sexta-feira, 26 de junho de 2015

Babilônia: No cativeiro de Inês, Beatriz é torturada com cobra e tiro



Após ser presa por conta de uma armação de Beatriz (Gloria Pires), Inês (Adriana Esteves) vai se vingar da rival em Babilônia, da Globo. Assim que sair da cadeia, ela mandará sequestrar a arquiteta e vai torturá-la no cativeiro. Beatriz será amarrada em um quarto escuro e passará uma noite imóvel com uma cobra deslizando pelo seu corpo. Depois, ela pensará que será eliminada pelos sequestradores até ver Inês tirando-lhe o capuz e apontando uma arma. "Chegou a tua hora, ordinária", gritará a advogada, antes de apertar o gatilho.
Só que o revólver estará descarregado. Inês fingirá que estava disposta a matar a empresária somente para fazê-la morrer de medo. "Isso foi só uma amostra. Se aprontar outra pra cima de mim, eu acabo com você. Ou melhor. Mando um dos meus amigos fazer o serviço. E nem pensa em falar com a polícia. Você não vai estar segura em nenhum lugar. Vai ficar olhando para os lados, apavorada. Aí, quando menos esperar, alguém acaba com você. Talvez nunca encontrem o corpo", dirá a mãe de Alice (Sophie Charlotte).
No período em que passar encarcerada, Inês fará amigas na prisão. Uma dessas mulheres vai indicar seu irmão para fazer o "serviço" que a advogada começará a planejar ainda dentro da cadeia. O homem é chamado de Nilson no roteiro entregue à produção de Babilônia. Com ajuda de comparsas, ele vai sequestrar Beatriz no capítulo do dia 4. 
Monalisa
Na sequência, no dia 6, a presidente da construtora Souza Rangel será torturada durante um capítulo inteiro. "Você não vai ficar aqui sozinha. Vou trazer companhia pra ti. Mandaram entregar um presente pra fazer companhia pra madame", dirá o sequestrador. Um cúmplice dele colocará um cesto no chão, tirará a tampa e de dentro sairá uma cobra. 
Beatriz vai ficar apavorada. "Ela tem a pele um pouco fria, mas gosta de se enroscar num corpo quente. Se ela se chegar na madame, fica ligada: Não se mexe muito pra bichinha não ficar nervosa e morder. O nome dela é Monalisa. Porque ela é lisinha, sabe? A madame vai ver", debochará Nilson. 
Os dois sairão do quarto enquanto a câmera vai mostrar Monalisa rastejando pelo chão em direção a Beatriz, que estará desesperada. "Pelo amor de Deus, tira essa cobra daqui, eu dou quanto dinheiro vocês quiserem, mas tira esse bicho de mim", sussurrará a arquiteta, em pânico, com a cobra subindo em suas pernas.
No roteiro, os autores da novela das nove também indicam o uso de uma dublê no lugar de Gloria Pires para gravar essa sequência com a cobra enroscada em seu corpo.
Inês chegará e perguntará como está sua amiga. "Gritou pra caramba quando a gente botou a cobra lá, depois ficou quieta. Não abre a porta de repente, não. Doutora, a Monalisa essa hora já deve tar bem nervosa. Fica perigoso", avisará o bandido. 
Rato de café da manhã
No desenrolar da ação, vai parecer que Inês está mesmo disposta a matar Beatriz e sumir com o seu corpo, mas no final o telespectador verá que a única intenção da advogada é apavorar e se vingar de Beatriz, mas mantendo-a viva. No dia seguinte, os bandidos vão aparecer com um rato para dar de café da manhã à cobra. E também farão Beatriz comer um macarrão instantâneo, mesmo com ela enjoando e querendo vomitar em cima do prato. 
Por último, ela será encapuzada e o bandido vai encenar um ritual como se fosse matá-la. Ao implorar por sua vida, Beatriz vai ouvir passos de salto alto. "Quem está aí? Tem mais alguém aí? Me deixa ir embora! Pelo amor de Deus, não me mata", vai suplicar a filha de Estela (Nathalia Timberg).
"Te peguei, amiga", gritará Inês, arrancando o capuz da cabeça dela. "Nunca deveria ter sido presa, no seu lugar. A assassina aqui é você. Eu nunca matei ninguém. Até hoje", dirá a advogada. Em seguida, com uma arma nas mãos, ela mandará Nilson sair.
"Agora é a hora do troco. Ou você achou que ia ficar por isso mesmo? Que ia me botar naquela sarjeta e eu não ia revidar? Mas sabe que nem tudo foi tão ruim assim na cadeia? Também fiz boas amizades lá, sabia? Gente 'braba', verdade. Mas por isso mesmo muito útil. Você vê, eu nem preciso apertar o gatilho. Posso até querer apertar, claro, pelo prazer. Mas também posso chamar um dos rapazes e eles te despacham para o inferno com uma bala só, são bons nisso", esbravejará a loira.
Beatriz argumentará e tentará convencê-la a não atirar porque a polícia suspeitaria dela. Nisso, a arquiteta fingirá perder a paciência e vai apertar o gatilho. "Chega! Para com isso", gritará Beatriz, tendo um surto de histeria até se dar conta que não tinha bala na arma. 
Depois do teatro, os rapazes vão abandonar Beatriz encapuzada no banco de trás de seu carro em uma rua escura. Antes, Inês e eles deixarão claro que, se ela levar o caso à polícia, a próxima vez não será mais uma brincadeira. 

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